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sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Os vapes descartáveis ​​fisgaram uma geração e os danos podem ser irreversíveis


Os vapes descartáveis ​​fisgaram uma geração e os danos podem ser irreversíveis

Por  Lance D Johnson

Tradução (br) a 5 de agosto de 2025


O corredor da escola está impregnado do aroma açucarado de manga e algodão doce - um cheiro que não vem das lancheiras, mas das nuvens de vapor exaladas pelos alunos entre as aulas. Aclamado por anos pelas autoridades de saúde como uma alternativa "mais segura",  o vaping se transformou em uma crise de saúde pública generalizada , que escapou das mãos dos órgãos reguladores como a própria fumaça.

Os números traçam uma trajetória alarmante: entre 2021 e 2024,  o uso de cigarros eletrônicos entre jovens adultos não apenas aumentou, como explodiu , impulsionado em grande parte pelos descartáveis ​​baratos e com sabor adocicado, que cabem tão facilmente em uma mochila quanto um maço de chiclete. Mas, por trás dos aromas frutados e dos designs elegantes, existe uma realidade sombria que novas pesquisas nos obrigam a confrontar. Estudos recentes apresentados à  Sociedade Respiratória Europeia  e à Associação Americana do Coração revelam um golpe duplo devastador: esses dispositivos podem causar danos pulmonares comparáveis ​​aos dos cigarros tradicionais, enquanto os  compostos orgânicos voláteis que produzem causam danos cardiovasculares significativos .

Essas  evidências crescentes sugerem que o uso de cigarros eletrônicos está reprogramando cérebros em desenvolvimento  e preparando uma geração para uma vida inteira de riscos à saúde, desafiando diretamente as antigas alegações de segurança, agora consideradas perigosamente prematuras. Com cardiologistas e pneumologistas soando o alarme, o apelo por uma intervenção robusta e regulamentações mais rigorosas se intensifica, à medida que o mundo corre para conter uma crise que antes endossava erroneamente.

Pontos principais:

    • O uso de cigarros eletrônicos entre jovens adultos aumentou de 17% para 26,5% entre 2022 e 2024, impulsionado por cigarros eletrônicos descartáveis ​​comercializados com sabores semelhantes a doces e embalagens vibrantes.
    • Uma nova pesquisa revela que a vaporização pode causar danos aos pulmões dos jovens tão severamente quanto fumar, contradizendo anos de mensagens de saúde pública que posicionavam os cigarros eletrônicos como uma alternativa "menos prejudicial".
    • Especialistas alertam sobre danos irreversíveis ao cérebro e ao coração, com a nicotina e produtos químicos tóxicos interrompendo o desenvolvimento de adolescentes e jovens adultos, alguns dos quais nunca fumaram.
    • Um estudo da Universidade da Califórnia relacionou o uso de cigarros eletrônicos a um risco 32% maior de derrame e a um aumento de 24% nas doenças cardiovasculares, enquanto outra revisão identificou 133 produtos químicos nocivos em cigarros eletrônicos, 107 dos quais são cancerígenos.
    • Apesar dos riscos, o NHS ainda promove a vaporização como uma ferramenta para parar de fumar, enquanto os críticos argumentam que o marketing de mídia social da indústria e a falta de controle de idade transformaram uma geração em ratos de laboratório para um experimento não regulamentado.
    • O Reino Unido proibiu os vapes descartáveis, mas os apelos globais por medidas mais rigorosas se intensificam à medida que dados de longo prazo continuam escassos — e as potenciais consequências se tornam maiores.

A isca e a troca: como o vaping passou de “ferramenta para parar de fumar” a uma epidemia juvenil

Quando os cigarros eletrônicos chegaram ao mercado em meados dos anos 2000, eles trouxeram uma promessa: uma maneira de os fumantes largarem o vício sem o alcatrão e as toxinas dos cigarros tradicionais. Agências de saúde pública, incluindo o NHS do Reino Unido, os endossaram cautelosamente como uma ferramenta de redução de danos, um mal menor na luta contra o câncer de pulmão e o enfisema. Mas em algum ponto do caminho, o roteiro mudou. O público-alvo não eram fumantes de meia-idade tentando parar — eram adolescentes que nunca haviam fumado na vida.

A professora Maja-Lisa Løchen, cardiologista sênior do Hospital Universitário do Norte da Noruega, não mediu palavras no congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia deste ano, em Madri. "Temos os dados", disse ela a uma sala cheia de colegas especialistas. "Sabemos que eles não são inofensivos." Sua preocupação não é apenas com os efeitos imediatos — é com a reconfiguração a longo prazo dos cérebros e corpos jovens. A nicotina, o núcleo viciante de cigarros e vapes, é particularmente perigosa para adolescentes. Estudos mostram que ela pode  alterar o desenvolvimento cerebral, prejudicando a memória, a atenção e o controle dos impulsos até a idade adulta.  Mas os vapes fornecem mais do que apenas nicotina. A apresentação de Løchen destacou  133 substâncias químicas potencialmente nocivas escondidas no aerossol do cigarro eletrônico, 107 das quais são cancerígenas conhecidas.

Então, como chegamos aqui? A resposta está em uma tempestade perfeita de lacunas regulatórias, marketing corporativo e mudanças culturais. Vaporizadores descartáveis ​​— baratos, coloridos e vendidos em sabores como "raspadinha de framboesa azul" — inundaram o mercado com pouca supervisão. As plataformas de mídia social se tornaram o oeste selvagem da promoção de vaporizadores, com influenciadores pagos pela indústria promovendo produtos para milhões de jovens espectadores. "Este é um mercado global em grande parte desregulamentado", alertou Løchen. "Vaping atrai adolescentes porque é muito barato, tem gosto e cheiro de doce, é vendido sem controle de idade e é percebido como inofensivo e divertido."

O resultado é uma taxa de vaping de 26,5% entre jovens adultos em 2024, acima dos 17% de apenas dois anos antes. E, ao contrário das gerações anteriores, que começaram a fumar como um rito de passagem rebelde, muitas dessas crianças não eram fumantes. "O motivo mais comum para o uso de vaping entre os jovens não é a cessação do tabagismo", observou Løchen. "É curiosidade."

O corpo como campo de batalha: o que a vaporização faz aos pulmões e corações jovens

Se a curiosidade é o gatilho, o corpo paga o preço. As descobertas recentes da Sociedade Respiratória Europeia lançaram uma bomba:  a vaporização pode causar tantos danos pulmonares quanto fumar.  Isso contradiz anos de mensagens de saúde pública que posicionavam os cigarros eletrônicos como a opção "mais saudável". Mas os dados não mentem. Um estudo de 2023 da Universidade da Califórnia, publicado no  New England Journal of Medicine,  descobriu que a vaporização aumenta o risco de:

    • AVC em 32%
    • Doenças cardiovasculares em 24%
    • Asma em 24%
    • Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) em 46%
    • Doenças bucais em 47%

Em comparação, os riscos do tabagismo eram muito maiores — mas a diferença não é tão grande quanto se acreditava. "Aumenta a pressão arterial, a frequência cardíaca e sabemos que as artérias ficam mais rígidas", explicou Løchen. "Pode ser ainda mais prejudicial em crianças."

Por quê? Porque os corpos jovens ainda estão em desenvolvimento. O sistema cardiovascular, os pulmões, o cérebro — todos estão em uma fase delicada de crescimento que a nicotina e os produtos químicos tóxicos podem interromper permanentemente. "Preocupo-me que o uso de cigarros eletrônicos possa estar causando danos irreversíveis ao cérebro e ao coração das crianças", disse Løchen. "Claro, temos que esperar por dados de longo prazo, mas estou absolutamente preocupada."

A professora Susanna Price, cardiologista consultora dos hospitais Royal Brompton e Harefield, em Londres, compartilhou esses temores. "Estamos observando um aumento no número de crianças que usam cigarros eletrônicos, mas o que ainda não sabemos é o que isso significa em termos de risco cardiovascular a longo prazo, já que elas não vivem há tempo suficiente", disse ela. "Acho que há uma tendência a sugerir que o uso de cigarros eletrônicos é seguro, mas não sabemos disso."

Avançando para 2024, as empresas de vaporizadores estão aproveitando a situação:

    • Sabores que agradam às crianças: chiclete, algodão doce, maçã azeda — esses não são sabores desenvolvidos para adultos tentando parar de fumar.
    • Saturação das mídias sociais: TikTok, Instagram e YouTube estão lotados de influenciadores de vapes, muitas vezes pagos por marcas para glamourizar o hábito.
    • Descartáveis, acessíveis e fáceis de esconder: diferentemente dos cigarros, que exigem um isqueiro e deixam cheiro, os vapes cabem nos bolsos e desaparecem rapidamente.
    • Falta de verificação de idade: as vendas on-line e nas lojas geralmente ignoram as verificações de identidade, facilitando a compra por menores.

“Não se trata mais de redução de danos”, disse Løchen. “Trata-se de criar uma nova geração de dependentes químicos.”

Especialistas sugerem uma abordagem multifacetada para combater os problemas:

    • Proibições mais rigorosas de marketing: chega de embalagens de desenhos animados, chega de anúncios em mídias sociais direcionados a adolescentes.
    • Restrições de sabor: limite as vendas apenas a tabaco e mentol, eliminando o apelo de doce.
    • Medidas restritivas à verificação de idade: multas para varejistas que vendem para menores, tanto on-line quanto em lojas físicas.
    • Campanhas de saúde pública: mensagens honestas sobre os riscos, não apenas “vaporizar é melhor do que fumar”.
    • Estudos de longo prazo: financie pesquisas independentes sobre os efeitos da vaporização ao longo de décadas, não apenas anos.

Mas talvez a mudança mais crítica precise ocorrer na forma como  falamos sobre o vício.  Durante décadas, a narrativa em torno do tabagismo era "apenas diga não". Com o vaping, a mensagem ficou confusa: "É mais seguro, então por que não experimentar?". Agora, estamos vendo as consequências.

Lance D Johnson

 

 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a: 
* Ocasionalmente a censura das trevas apaga-me alguns artigos. (google dona do blogspot)

domingo, 3 de agosto de 2025

10 dicas de estilo de vida para fortalecer seu sistema cardiovascular


10 dicas de estilo de vida para fortalecer seu sistema cardiovascular

Por  Lance D Johnson

Tradução (br) a 3 de agosto de 2027


Num mundo onde os alimentos processados dominam as prateleiras dos supermercados e as empresas farmacêuticas Com a pressão por soluções rápidas, a verdade sobre a saúde cardíaca permanece soterrada sob camadas de ganância corporativa e desinformação aprovada pelo governo. Enquanto médicos e comentaristas da mídia pregam o mesmo conselho batido — exercite-se mais, coma menos gordura — poucos  ousam expor os verdadeiros nutrientes que fortalecem o coração contra doenças .

Pontos principais:

    • Os ácidos graxos ômega-3, extremamente subconsumidos nos EUA, promovem a função vascular, a pressão arterial saudável e o equilíbrio dos triglicerídeos, mas a medicina convencional ainda incentiva o uso de estatinas.
    • O folato (B9) regula os níveis de homocisteína, um fator essencial para a saúde do coração, mas o ácido fólico sintético presente em alimentos fortificados é um substituto ruim para o 5-MTHF bioativo.
    • O poder antioxidante da vitamina C combate o estresse oxidativo e auxilia a função endotelial, mas seus benefícios para o coração são minimizados em favor de medicamentos caros.
    • O resveratrol, o segredo por trás do “Paradoxo Francês”, protege os vasos sanguíneos e combate a inflamação, mas sua biodisponibilidade é sabotada a menos que seja combinado com estimulantes de absorção como a piperina.
    • O licopeno, abundante nos tomates, defende contra o colesterol LDL e melhora o fluxo sanguíneo, mas os gigantes dos alimentos processados o retiram de seus produtos.
    • Os estimulantes de óxido nítrico, como a beterraba, relaxam os vasos sanguíneos e reduzem a pressão arterial.
    • Mirtilos ricos em polifenóis contêm antocianinas que melhoram a saúde arterial.

1. Potenciadores de óxido nítrico (beterraba, folhas verdes, espinafre)

Os nitratos presentes na beterraba, no espinafre e na rúcula se convertem em óxido nítrico (NO) — uma molécula tão vital que sua descoberta lhe rendeu o Prêmio Nobel de Medicina de 1998. O NO  relaxa os vasos sanguíneos, reduz a pressão arterial e aumenta a resistência. Um estudo histórico publicado na  Hypertension  descobriu que o consumo de uma xícara de suco de beterraba por dia durante quatro semanas reduziu significativamente a pressão arterial. Atletas também se beneficiam — pesquisas mostram que dietas ricas em nitrato melhoram a eficiência do oxigênio, tornando a beterraba um intensificador natural de desempenho. Esta é a farmácia da natureza em ação: simples, potente e respaldada pela ciência.

2. Ácidos graxos ômega-3 (salmão selvagem, sementes de chia, nozes)

Os ômega-3 (EPA e DHA) são superestrelas da proteção cardíaca , reduzindo a placa arterial, diminuindo os triglicerídeos e estabilizando os ritmos cardíacos.  O Journal of the American College of Cardiology  confirma que apenas duas porções de peixe gordo por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em 30%. Entre as opções à base de plantas, sementes de chia e nozes oferecem ALA — um precursor do EPA/DHA. Os ômega-3 também combatem a inflamação sistêmica, um fator que contribui silenciosamente para a aterosclerose. Suplementos podem ajudar, mas salmão e sardinha selvagens oferecem todo o espectro de benefícios sem aditivos processados.

3. Alimentos ricos em fibras (aveia, lentilhas, maçãs)

As fibras solúveis (pectina, beta-glucana) atuam como um varredor magnético, ligando-se ao colesterol LDL e transportando-o para fora do corpo. Pesquisas de Harvard mostram que 5 a 10 g de fibras diárias reduzem o risco de ataque cardíaco em 14%. Aveia em flocos, lentilhas e maçãs são fontes ideais — sua natureza de digestão lenta estabiliza o açúcar no sangue, prevenindo picos de insulina que sobrecarregam o coração. Bônus? As fibras alimentam a microbiota intestinal, que produz compostos anti-inflamatórios ligados à saúde vascular.

4. Chocolate amargo (70%+ cacau)

Os flavonoides do cacau (epicatequina, quercetina) melhoram a função endotelial, aumentando o fluxo sanguíneo. Uma  meta-análise de 2017  descobriu que 20 g de chocolate amargo por dia reduziram o risco de hipertensão em 20%. O segredo? Processamento mínimo — o cacau cru retém o maior teor de polifenóis. Evite a sobrecarga de açúcar do chocolate ao leite, que anula os benefícios. Em vez disso, saboreie um chocolate após a refeição — suas artérias agradecerão.

5. Exercícios aeróbicos regulares (caminhada rápida, ciclismo, natação)

150 minutos de exercícios moderados por semana (diretrizes da Clínica Mayo) reduzem a mortalidade por doenças cardíacas em 50%. O movimento estimula a produção de óxido nítrico, otimizando a circulação. Ciclismo e natação também fortalecem o débito cardíaco, enquanto caminhar após as refeições auxilia no metabolismo da glicose. Para quem tem empregos sedentários, minipausas (por exemplo, alongamentos de 2 minutos a cada hora) neutralizam a rigidez. A consistência supera a intensidade — uma caminhada diária de 30 minutos supera os extremos de um guerreiro de fim de semana.

6. Alimentos ricos em magnésio (sementes de abóbora, amêndoas, folhas verdes escuras)

O magnésio modera a pressão arterial, previne arritmias e relaxa a musculatura lisa vascular. Uma meta-análise da revista Nutrients revelou que a baixa ingestão de magnésio aumenta o risco de doenças cardiovasculares em 54%. No entanto, 50% dos adultos apresentam deficiência. Sementes de abóbora (156 mg por 28 gramas) e espinafre (157 mg por xícara) são soluções rápidas. Combine com vitamina D (melhora a absorção) e limite o consumo de cafeína/álcool, que esgotam as reservas.

7. Redução do estresse (meditação, ioga, banho de floresta)

O estresse crônico inflama as artérias e aumenta os níveis de cortisol, acelerando a formação de placas. Estudos mostram que meditadores têm 48% menos risco de AVC (Stroke Journal). A respiração profunda da ioga estimula o nervo vago, diminuindo a frequência cardíaca. Shinrin-yoku (banho de floresta) — 10 minutos entre as árvores — reduz os hormônios do estresse em 15%. Até mesmo meditações de 5 minutos na mesa de trabalho redefinem sua resposta de luta ou fuga,  protegendo seu coração .

8. Alho (alicina)

A alicina do alho se decompõe em compostos de enxofre que reduzem a rigidez arterial. Estudos mostram que 600 a 1.200 mg de extrato de alho envelhecido por dia reduzem a pressão arterial com a mesma eficácia que medicamentos. Para dentes frescos, esmague e espere 10 minutos (ativa enzimas). Alho assado perde potência — cru é superior. Combine com gengibre para benefícios sinérgicos à circulação.

9. Sono (7 a 9 horas por noite)

Dormir mal aumenta a PCR (marcador de inflamação) e perturba o equilíbrio autonômico, sobrecarregando o coração. O sono profundo ativa a liberação do hormônio do crescimento, reparando o tecido vascular. Para mentes inquietas, glicinato de magnésio ou suco de cereja ácida (melatonina natural) podem ajudar. Bloqueadores de luz azul após as 20h também preservam o ritmo circadiano.

10. Frutas vermelhas ricas em polifenóis (mirtilos, morangos)

Mirtilos, frescos ou congelados, são potências nutricionais com múltiplos mecanismos que contribuem para a saúde do coração. Aqui está uma análise detalhada de seus benefícios:

    • O estresse oxidativo, causado pelos radicais livres, contribui para a aterosclerose (endurecimento/estreitamento das artérias) ao danificar o endotélio (revestimento interno da artéria).
    • Os mirtilos contêm antocianinas , antioxidantes potentes que eliminam os radicais livres, prevenindo danos oxidativos ao colesterol LDL e às paredes arteriais.
    • Estudos mostram que o consumo regular de frutas vermelhas reduz os marcadores de estresse oxidativo, diminuindo os riscos de ruptura de placa e formação de coágulos.
    • As antocianinas presentes nos mirtilos aumentam a produção de óxido nítrico (NO), promovendo a vasodilatação (relaxamento dos vasos sanguíneos). Isso leva à melhora da elasticidade arterial, reduzindo a resistência do fluxo sanguíneo e diminuindo a pressão arterial — um fator essencial na prevenção da sobrecarga cardíaca relacionada à hipertensão.
    • Mirtilos congelados retêm o máximo de antocianinas devido ao congelamento rápido logo após a colheita, muitas vezes superando os níveis de nutrientes encontrados em frutas frescas fora de época.
    • O pterostilbeno (um composto relacionado ao resveratrol presente nos mirtilos) ajuda a reduzir o colesterol LDL oxidado, um dos principais causadores da aterosclerose.
  • Os mirtilos também inibem a formação de células espumosas (células imunológicas ricas em gordura que contribuem para a formação de placas arteriais). Os mirtilos fornecem cerca de 3,6 g de fibra por xícara, auxiliando na excreção de ácidos biliares no intestino — forçando o fígado a usar as reservas de colesterol, reduzindo assim o LDL circulante.

Lance D Johnson

 

 

 
Transcrito por  http://achama.biz.ly  com agradecimentos a: 
* Ocasionalmente a censura das trevas apaga-me alguns artigos. (google dona do blogspot)

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Study Reveals Excess Deaths Due to Vaccines, not Covid

Study Reveals Excess Deaths Due to Vaccines, not Covid

Posted by Steve Beckow

Posted on September 25, 2024



Study of 125 countries reveals inconvenient truth: Excess mortality was caused by democide and vaccine mandates, not “covid”

… the data does not support the theory of a particularly virulent pathogen that remained characteristically dangerous for months and years. Instead, the findings point to totalitarian national policies, medical fraud and hysterical public health measures as the main drivers of excess deaths over time.

Lance D Johnson, Vaccine Deaths, 08/08/2024

(https://vaccinedeaths.com/2024-08-08-excess-mortality-caused-by-democide-vaccine-mandates.html)

In a bombshell revelation that should reshape the narrative around the “COVID-19 pandemic,” a groundbreaking study involving researchers from Correlation Research in the Public Interest has found that COVID-19 vaccines had little to no beneficial impact on mortality rates, but instead contributed to 17 million deaths globally! The comprehensive global analysis scrutinized excess deaths across 125 countries, challenging the long-held belief that vaccines were pivotal in controlling an alleged pandemic.

Dr. Joseph Hickey, Ph.D., president of Correlation and co-author of the study, discussed these startling results on “The Defender In-Depth.” According to the research — which evaluated mortality data from 2015 to 2023 — patterns of excess death do not align with the spread of the virus or long COVID but instead correlate closely with government-imposed restrictions and the rollout of COVID-19 vaccines!

Bio-terror, isolation, biological stress and compliance with restrictions caused 30 million global deaths

Hickey and his team used the “P-score” methodology to adjust for variables like age and health status. Their analysis revealed a significant correlation between excess mortality and socioeconomic factors such as poverty. They argue that the restrictive measures — particularly lockdowns — exacerbated biological stress, adversely affecting the most vulnerable populations. That biological stress includes mandating the isolation of mildly ill individuals and putting them on sedatives and ventilators. Biological stress also includes the intentional harms caused by vaccine mandates and lockdowns that destroyed people’s careers and ability to eat.

The study revealed that pandemic-related restrictions are linked to an estimated 30 million global deaths, while the COVID-19 vaccines are associated with 17 million deaths. Hickey and his team argue that these findings suggest the pandemic declaration and subsequent isolation measures had a far more significant impact on global mortality than some virus construct. Living in perpetual fear, isolation and constant stress due to government tyranny and societal upheaval has far reaching mental and physical health effects that lead to death and worse outcomes in the face of chronic and infectious disease.

Hickey reiterated that the data does not support the theory of a particularly virulent pathogen that remained characteristically dangerous for months and years. Instead, the findings point to totalitarian national policies, medical fraud and hysterical public health measures as the main drivers of excess deaths over time. The study challenges the assumption that the virus was the primary cause of increased mortality, suggesting that the impact of political and public health interventions, including lockdowns and vaccine mandates, are more detrimental.

Democide and vaccine mandates caused excess deaths, not a pandemic

The research highlights that the observed excess mortality rates during the pandemic were not uniform. Some countries saw sharp spikes in excess deaths coinciding with the implementation of restrictions or the initiation of vaccine roll-outs. In stark contrast, other nations experienced no excess mortality until vaccines were introduced. In fact, countries with higher vaccine uptake experienced persistent excess deaths into 2023. Hickey pointed to potential issues with the vaccine, like vaccine-related immunosuppression and adverse reactions. Instead of addressing these serious public health issues, further booster doses were recommended, with no beneficial impact on society. Australia, for one, saw an abnormal spike in all-cause mortality at the same time they mandated a COVID-19 booster vaccine. Now there is a class action lawsuit to fight back.

The world suffered, not from a pandemic, but from a DEMOCIDE that was fueled by medical fraud, bio-terror propaganda, germaphobia psychological programming, mass hysteria and compliance, vaccine worship, and a lack of knowledge on how immune systems work and what can be done to treat people for disease, or treat people humanely for that matter. The COVID-19 scandal exposed the corruption in the medical and pharmaceutical industry and elucidated the proclivity of modern governments to act maliciously against individuals, with no remorse.

Sources include:

ChildrensHealthDefense.org

Correlation-Canada.org [PDF]

NaturalNews.com

CovidVaxClassAction.com.au

NaturalNews.com

 

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