Mostrar mensagens com a etiqueta Palestinos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Palestinos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Os Novos Avatares dos Chapéus Brancos Trump e Musk Continuam a Revolução

Os Novos Avatares dos Chapéus Brancos Trump e Musk Continuam a Revolução

Por Benjamin Fulford (2025-02-17)


Tradução a 20 de fevereiro de 2025

A Grande Loja do Estado de Israel

Eventos noticiosos e fontes importantes da Força Espacial dos EUA confirmam que os chapéus brancos retomaram o controlo da Casa Branca e substituíram os avatares de chapéus escuros do presidente Donald Trump e de Elon Musk, que assumiram temporariamente o controlo. É por isso que a segunda revolução dos EUA está de volta aos carris e a acelerar.

O que aconteceu foi que depois do avatar de Trump ter morrido num acidente de helicóptero, foi temporariamente substituído por um avatar controlado por Elon Musk. É por isso que Trump deu subitamente uma volta de 180 graus em tantas questões, como Gaza e o ditador ucraniano Vladimir Zelensky. Agora, Musk foi substituído por um avatar mascarado, e um novo avatar de Trump está mais uma vez a receber ordens do verdadeiro em Mt. Cheyenne.

Isto aconteceu depois de mais de 350 rabinos, juntamente com signatários adicionais, incluindo criativos e activistas judeus, terem assinado um anúncio no The New York Times a condenar a proposta de Donald Trump para a limpeza étnica dos palestinianos de Gaza.
Agora, estamos a confirmar que as tropas israelitas receberam ordens para disparar e matar civis israelitas capturados a 7 de outubro de 2023, admitiu o então Ministro da Defesa israelita, Yoav Gallant, esta semana. “Então Israel ordenou que os seus próprios cidadãos fossem mortos. Quantos de nós que dissemos isto na altura fomos chamados de mentirosos e idiotas? Bem, agora está confirmado”, comenta uma fonte do Mossad.
Fontes da Mossad revelaram também a moeda da Grande Loja do Estado de Israel, mostrando o seu plano para assumir o controlo de todas as religiões e governar o mundo a partir de Jerusalém. Este plano já terminou.


Depois, em mais uma reviravolta de 180 graus, o novo Trump está a dizer que Gaza será reconstruída pelos residentes locais, que serão bem cuidados.

Noutro sinal de que o verdadeiro Trump está de volta ao controlo, a primeira-dama Melania Trump anunciou que a Casa Branca será oficialmente aberta a visitas públicas na terça-feira, 25 de fevereiro de 2025.
Como mais uma evidência duma mudança, o sombrio Trump disse que “provavelmente se encontraria com Zelensky”. Agora, Zelensky diz que pediu repetidamente a Trump para se encontrar com ele pessoalmente, mas foi recusado.
O primeiro-ministro israelita, Netanyahu, também deu uma reviravolta repentina. Quando visitou um avatar bajulador de Trump na Casa Branca, falou sobre o genocídio em Gaza e a guerra com o Irão.

Agora, os extremistas israelitas estão a chamar traidor a “Netanyahu”, cometendo um “erro histórico” ao pedir um cessar-fogo em Gaza.
Para referência, estas fotos mostram o que parecem ser dois Trumps e Netanyahus diferentes com base em fatores como a altura e a forma das orelhas.



Definitivamente há também um novo Almíscar. O Musk original pedia um "MAGA gótico sombrio" e estava a tentar transformar a sua plataforma, X, num sistema de controlo da Marca da Besta integrado com criptomoedas, os seus implantes cerebrais Neuralink e uma rede de satélites Starlink que abrange todo o planeta. A foto abaixo mostra a mãe satânica do velho Musk.



Como mostram os vídeos abaixo do seu filho de quatro anos a colocar a sua cara de borracha, agora um novo Almíscar — ou devo dizer Máscara — apareceu em cena.

Video:
Este Almíscar de chapéu branco é um porta-voz dos chapéus brancos militares. Ouça-o falar de coisas como a Segurança Social ser paga a pessoas de 150 anos e pessoas a ficarem muito ricas em empregos públicos, apesar dos seus baixos rendimentos.

Video:
A nova Casa Branca diz agora que o governo federal está a perder entre 233 mil milhões e 521 mil milhões de dólares anualmente com fraudes. Acabar com esta fraude vai tirar o financiamento do estado profundo.
Numa indicação de quanto desperdício há para cortar: no ano fiscal de 2022, o governo federal gastou quase 300 mil milhões de dólares em indemnizações para funcionários civis, excluindo pensões. E, no entanto, de acordo com um relatório recente do Congresso, apenas 6% dos funcionários federais referem trabalhar presencialmente a tempo inteiro.

Fontes de inteligência militar dos EUA explicam:

Agora, o Esquadrão DOGE está a operar com precisão de nível militar, executando ISR (Inteligência, Vigilância e Reconhecimento) de espectro total para mapear, rastrear e expor sistematicamente a corrupção enraizada nas burocracias federais.

Cada derrube burocrático, exposição financeira e acerto de contas legal acelera o colapso do controlo administrativo do Estado Profundo, abrindo caminho para a restauração da governação constitucional ao abrigo dos protocolos do COG.

Isto é guerra… não com balas, mas com inteligência, exposição e desmantelamento estratégico da base operacional do inimigo.

O estado profundo na UE também está a ser desmantelado. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, surpreendeu os chefes de Estado europeus na conferência de Munique, na semana passada, quando lhes disse:

A administração Trump… acredita que é importante que nos próximos anos a Europa se esforce bastante para providenciar a sua própria defesa. A ameaça que mais me preocupa em relação à Europa não é a Rússia, não é a China, nem qualquer outro actor externo. E o que me preocupa é a ameaça interna — o recuo da Europa em relação a alguns dos seus valores mais fundamentais, valores partilhados com os Estados Unidos da América.

Ora, fiquei impressionado por um antigo comissário europeu ter ido recentemente à televisão e parecer encantado com o facto de o governo romeno ter acabado de anular uma eleição inteira. Alertou que se as coisas não correrem como planeado, a mesma coisa poderá acontecer na Alemanha.

TRANSCRIÇÃO COMPLETA: Comentários do Vice-Presidente JD Vance na Conferência de Segurança de Munique, em inglês


Vance anunciou basicamente uma aliança militar EUA/Rússia contra os nazis de Davos que tomaram conta do Ocidente.

Isto levou o líder de facto da UE e chefe do clã Rothschild, Jean Michel de Rothschild — apresentado ao mundo como “Brigitte Macron” — a convocar uma reunião de emergência dos seus líderes favoritos em Paris. Para confirmar que “Brigitte” é um homem, veja esta foto.


Os Rothschild e os seus lacaios estão em pânico porque Trump se está a preparar para lhes tirar o controlo do sistema financeiro global...

A publicação completa será no dia 20/02/2025

Fim


Benjamin Fulford
 
 
 

 
[Para ajudar Benjamin através da compra de uma assinatura ir para: benjaminfulford.net]
 

terça-feira, 23 de abril de 2024

Estado Pária: Israel (o “Povo Eleito”) Não Obedece Resoluções do CSNU, então para que serve a ONU?

Estado Pária: Israel (o “Povo Eleito”*) Não Obedece Resoluções do CSNU, então para que serve a ONU?

Por Sputnik via 

Pôsto a 30 de março de 2024




Após quase seis meses, o CSNU finalmente aprovou em assembleia uma determinação de cessar-fogo [no genocídio dos palestinos] na Faixa de Gaza. O consenso, visto por alguns como um grande avanço na resolução do conflito, foi novamente ignorado por Israel, que afirmou que não vai obedecer à resolução. Se a ONU não tem o poder de executar suas ordens contra a vontade do “povo eleito” de Israel, um estado “pária”, qual o propósito da existência da organização?

***

Essa foi a principal questão abordada no episódio desta quinta-feira (28) do Mundiokapodcast da Sputnik Brasil apresentado pelos jornalistas Melina Saad Marcelo Castilho.

Na última segunda-feira (25), o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) aprovou uma resolução de cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza. Ao todo, foram 14 votos de países a favor, nenhum contra e uma abstenção: dos Estados Unidos, o que enfureceu o “povo eleito” de Israel

Em resposta, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que não obedecerá à decisão do CSNU e continuará sua ofensiva na Faixa de Gaza. Juridicamente, nos termos do artigo 25, todos os países membros das Nações Unidas [exceto o “Povo Eleito”] têm de acatar e executar as decisões do Conselho de Segurança da ONU, ressaltou Lier Pires Ferreira, professor de relações internacionais do Ibmec ouvido pelo Mundioka. Mas, na prática, para o “Povo Eleito” não é bem assim.

“A Resolução não é um grande leviatã que se impõe sobre Estados nacionais soberanos, como é o caso de Israel”, afirma.

Para Reginaldo Nasser, professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), era uma “ilusão” esperar que o “Povo Eleito” de Israel obedecesse ao CSNU. De acordo com o analista, as pessoas acabam valorizando demais os mecanismos da ONU e do direito internacional.

“Como existe o direito internacional, as pessoas, com boas ou más intenções, acabam valorizando muito isso [as decisões]. […] isso é uma ilusão.”

Isso, segundo Nasser, é evidenciado em diversos momentos da história, como em 2001, quando os Estados Unidos e a Inglaterra invadiram o Iraque sem a aprovação do Conselho de Segurança, e em 1999 quando, novamente os EUA, sem nem levar a questão ao CSNU, usaram a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para atacar a Iugoslávia, e destruir àquele país.

Assim como não aconteceu nada com os Estados Unidos, ao destruir a Iugoslávia, afirma Nasser, “não vai acontecer absolutamente nada com o “Povo Eleito” de Israel”. “Por quê? Porque é uma [pseudo] potência militar” [ que sem a MASSIVA ajuda militar dos EUA, em munições e armamento, já teria sido, há muito tempo, varrida do mapa militarmente]

“Temos que lembrar que, embora não reconheça oficialmente, Israel é uma potência nuclear“, afirmou Ferreira. “E sempre que nós trabalhamos no contexto de potências nucleares, a conversa vai para outro patamar.”

A ONU, explica o professor Nasser, é uma organização internacional, ou seja, “um fórum entre nações”. “Ela não é uma organização supranacional […] que teria um caráter de imposição após uma decisão“. Dessa forma, toda decisão tomada precisa ser consentida pelos membros, e isso inclui as militares. “São momentos raros na história onde a ONU teve um mandado de uso da força.”

“É o que a gente conhece como força de paz”, destaca o professor da PUC-SP. “É o que houve no Haiti e nos Balcãs, mas no caso de agora há alguns problemas para que isso aconteça, afirmou.

Em primeiro lugar, há a questão dos Estados Unidos: “Não é porque os Estados Unidos se absteve que ele está expressando concordância”, sublinhou. “Em segundo lugar, o outro país é uma [pseudo] potência militar. Para você ter uma imposição de força a uma [pseudo] potência militar, é um caso bem complicado.”

“Enviar tropas para o Haiti é uma coisa. Agora, enviar tropas para Israel é outra, né? […] Existe o direito internacional, existem as organizações, mas no limite é a relação de força que define.”

Nesse sentido, nem o próprio Ocidente fica amarrado às decisões da ONU na hora de agir internacionalmente contra outra nação. Em vez disso, destaca Nasser, os países se utilizam de sanções econômicas, instrumento que não precisa da anuência da ONU para ser implementado.

“Elas podem ser tomadas em outros fóruns, em outros âmbitos da sociedade internacional”, explicou Ferreira. Ainda assim, houve momentos em que a ONU conseguiu agir e sancionar conjuntamente um país, como “quando a África do Sul tinha um regime de segregação racial ou atualmente contra países como a Coreia do Norte.


ENTÃO, para que serve a ONU?

Acontece que, para que se chegue ao ponto de sancionar coletivamente um país, “é muita burocracia”, diz Ferreira. “É necessário, caso isso venha a ser preciso, que os países acordem entre si e que isso seja uma nova deliberação.”

A ONU, explica Ferreira, é um produto do pós-guerra. “A Organização das Nações Unidas surge com um propósito muito claro: não permitir que o mundo vivesse mais uma vez o flagelo de uma guerra de proporções mundiais.” E isso ela conseguiu evitar até o momento.

Essa missão, diz Ferreira, está descrita em seu artigo primeiro. “Manter a paz e a segurança internacionais e, para tal, tomar as medidas necessárias para que se possa não apenas manter essa paz, mas reprimir os atos de agressão que coloquem em xeque essa paz”, sublinhou.

Por outro lado, com o passar do tempo, a ONU desenvolveu uma série de instituições de extrema importância, ressalta Nasser, como o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e o próprio Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), onde a África do Sul denunciou Israel por cometer genocídio contra o povo palestino.

A ONU ainda conta com outras agências especializadas, como a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “A ONU tem várias dimensões”, sublinha Nasser. “Tem uma série de outras instituições que são importantes.”

Fonte: Sputnik

RELATÓRIO DA ENERGIA DE SETEMBRO DE 2026

  RELATÓRIO DA ENERGIA DE SETEMBRO DE 2026 Por Jennifer Hoffman Tradução [br] de Regina Drumond a 07/09/ 2026 Estamos em Setembro e nos ap...