Vamos falar da Alma
Por Paul Marwood
Tradução a 13 de janeiro de 2025
Tenho estudado com um grande mestre da sabedoria e lido muitos livros esotéricos, que são os ensinamentos de Djwal Khul (DK), "O Tibetano", canalizados e registados por Alice A. Bailey, bem como os ensinamentos teosóficos de Helena Blavatsky.
Este e-mail dá continuidade ao anterior, mas também pode ser lido isoladamente na sua informação.
Escrevo para partilhar convosco o que tenho aprendido e que fez uma profunda diferença na minha vida, ajudando a conectar-me com a realidade e a responder a algumas das grandes questões sobre a consciência, o Universo e a vida.
Não estou a vender nada e quero simplesmente dar-vos a oportunidade de ler algumas destas informações para vosso próprio esclarecimento.
Na redacção abaixo, refiro-me a Deus não de uma forma religiosa específica, e sem excluir qualquer religião, simplesmente como a Mente Universal, a Energia, a Força, o Absoluto, o Desconhecido. Na nossa forma humana, não podemos realmente compreender Deus devido às limitações do nosso cérebro físico. Não podemos compreender a verdadeira extensão do que isto é, mas por agora, vamos usar a mente/consciência universal.
A Alma - Parte 2
O que é a Alma?
Podemos defini-la?
Qual é a sua natureza?
A Alma pode ser considerada a ponte entre o Espírito e a Matéria, uma expressão da mente de Deus e, portanto, a vida encarnada de Deus que se manifesta para revelar a qualidade da natureza de Deus, que é essencialmente amor. Esta vida, ao tomar forma, nutre a qualidade do amor sob todas as formas e, em última instância, revela o propósito de toda a criação.
A Alma pode ser vista como o princípio da inteligência — uma inteligência cujas características são a mente e a consciência mental, que, por sua vez, demonstra o poder de analisar, discriminar, separar, distinguir, escolher ou rejeitar.
A Alma é (e aqui as nossas palavras limitam e distorcem) uma unidade de luz, colorida por uma vibração de raio específica; esta vibração influencia qualidades de disposição particulares. É um dos sete grupos (raios) de biliões de vidas que, na sua totalidade, constituem a Vida Única.
Pela sua própria natureza, a Alma é consciente ou atenta em três direções. É consciente de Deus; é consciente do grupo; é autoconsciente.
Este aspeto autoconsciente concretiza-se na manifestação fenoménica de um ser humano;
o aspecto da consciência do grupo mantém o estado de consciência humano, mas acrescenta-lhe a consciência da sua vida radiosa, progressivamente desdobrada; a sua consciência, então, é a consciência do amor, da qualidade, do espírito nas suas relações;
é consciente de Deus (apenas potencialmente), e neste desdobramento reside, para a Alma, o seu próprio crescimento ascendente e exterior após o aperfeiçoamento do seu aspecto autoconsciente e o reconhecimento da sua consciência do grupo.
A Alma é a sensibilidade subjacente a toda a manifestação exterior, permeando todas as formas e constituindo a própria consciência de Deus.
Quando a Alma, tal como se expressa em todos os reinos sub-humanos da natureza, está imersa na substância e é simplesmente sensibilidade, produz, através da sua interacção evolutiva, um acréscimo: uma qualidade e uma capacidade de reagir à vibração e ao ambiente.
Quando a Alma, expressão de sensibilidade e qualidade, acrescenta a estas a capacidade de autoconsciência desprendida, surge aquela entidade auto-identificada a que chamamos ser humano.
Quando a Alma acrescenta à sensibilidade, à qualidade e à autoconsciência a consciência do grupo, então temos a identificação com um grupo de raios, e surgem o discípulo, o iniciado e o mestre.
Quando a Alma acrescenta à sensibilidade, à qualidade, à autoconsciência e à consciência de grupo uma consciência de propósito sintético divino (chamado por nós Plano), então temos aquele estado de ser e de conhecimento que é distintivo de todos no Caminho da Iniciação, e inclui estas Vidas graduadas, desde o discípulo mais avançado até ao próprio Logos planetário.
Mas não se esqueça que, ao fazermos estas distinções, se trata, ainda assim, de uma única Alma que está a funcionar, agindo através de veículos com capacidades variadas, refinamentos diferenciados e limitações maiores e menores, da mesma forma que um ser humano é uma única identidade, atuando ora num corpo físico, ora num corpo emocional (Corpo Astral) ou num corpo mental pensante.
Todas as informações acima foram retiradas de "A Alma: A Qualidade de Vida", de Alice A. Bailey.
Começa a fazer sentido para si, considerando os vários estágios da Alma, o seu desenvolvimento e evolução?
Sinta-se à vontade para concordar ou discordar do que foi escrito acima.
Espero que me faça algumas perguntas.
Por favor, escreva-me e partilhe as suas ideias.
Com amor e bênçãos
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Traduzido por http://achama.biz.ly com agradecimentos a:
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* Ocasionalmente a censura das trevas apaga-me alguns artigos. (google dona do blogspot)
Notas minhas:
- Deus, a Fonte da vida é puro amor incondicional, não um deus zeloso [de algumas] das religiões dogmáticas.
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- Minha opinião pessoal: Ninguém é mais anti-semita do que os sionistas [ou judeus falsos].
Lembrete:
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vindo do coração e não da mente
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O Google apagou meus antigos blogs rayviolet.blogspot.com e
rayviolet2.blogspot.com, sem aviso prévio e apenas 10 horas depois de eu postar o relatório de Benjamin Fulford de 6 de fevereiro de 2023, acusando-me de publicar pornografia infantil.
(Uma Grande Mentira).



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